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Falando sobre dignidade humana e moradores de rua em BH (Parte II)

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Reprodução/Instagram

Que Zema tenha qualquer juízo que lhe permita manifestar a sua consciência, ou a eventual falta dela e o seu preparo, ou despreparo, para o trato de questões que envolvam seres humanos; em várias circunstâncias, ele, Zema, já nos deu oportunidade de saber em que nível se coloca a sua sensibilidade para as questões coletivas e sociais.

O problema, contudo, é não se ter, não se apresentar solução alguma, como se esse drama se resolvesse com a ação policial, com cacetetes, com jatos d’água dos caminhões dos bombeiros.

Ninguém quer ensinar coisa alguma a Zema ou aos seus secretários, que deveriam se ocupar desses temas; o que se quer evitar é que se perca mais tempo sem que essa “tragédia social” seja amenizada, que pessoas sigam sofrendo, passando fome, se prostituindo, sendo violentadas, perdendo a saúde e a própria vida.

Ninguém, com o mínimo de responsabilidade pública, pode se omitir na possibilidade de contribuir na solução desse problema.

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