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Justiça tardia

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Matéria veiculada pelo G1, nessa terça, 28, assinada pelo repórter Rodrigo Salgado, denuncia a situação do promotor André Luís Garcia de Pinho, que numa sexta-feira da Paixão, dia 02 de abril de 2021, portanto há cinco anos, matou covardemente sua esposa Lorenza, com quem tinha cinco filhos menores.

No sábado, com o corpo ainda no apartamento onde residia a família, o promotor André contratou os funerais e a cremação do corpo, para apagar as provas que, depois investigadas, o levaram à condenação por 22 anos de prisão.

Pouco, em face da barbaridade cometida por um marido que estrangulou na cama, a mãe de seus filhos. Nesses anos em que se acha em prisão especial, o promotor André Luís foi premiado com vencimentos no valor de R$ 1,718 milhão, brutos.

Ele se acha preso para cumprir a sentença de condenação, mas ainda assim recebeu, conforme o Portal da Transparência, o valor de R$ 69.909 somente em janeiro de 2026, entre vencimentos e demais penduricalhos. Isso é justo? A sociedade paga a um assassino condenado esse privilégio. Essa é a lei, e o MPMG, obviamente, cumpre.

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