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Privatizando tudo. E aí, Zema acordou

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O ex-governador Romeu Zema vem postando vídeos nas suas poderosas redes sociais, anunciando o que aconteceria num mandato que um dia exercesse, como presidente da República. Zema anuncia que privatizaria a Petrobrás, as estatais de controle federal, acabaria com os supersalários, com as mordomias.

Acabar com a Petrobrás teria o mesmo efeito do que significou a privatização da Eletrobrás, que em nada, nada, nada mesmo, resultou, senão na perda da autonomia da União em decidir sobre questões que envolvem o interesse social. Lembrando que os governos anteriores, de Temer e de Bolsonaro, cuidaram com esmero de esvaziar a Eletrobrás.

Privatizar a Petrobrás, como fizeram com a Petrobrás Distribuidora, seria de uma estupidez descomunal e isso não seria feito, nunca. Os brasileiros têm neurônios para não possibilitar tamanha sandice. Sobre os supersalários, esses já se debatem com a ira de grande parte da nação, não sendo preciso vivenciarmos os riscos que Zema representaria para o Brasil, como presidente da República. Sobre mordomias, também.

Aliás, se pudéssemos voltar no tempo, teríamos exemplos de sobre do que foi feito em Minas, nos últimos quase oito anos para que Minas tomasse um outro caminho, diferente do que foi Romeu Zema como governador do Estado. Nesse salto que o ex-governador quer dar, bastaria mirarmos na Argentina, que elegeu Milei e que representa uma boa base de comparação. O Brasil não merece nada disso.

Mude de sonho, Zema, e pare de encher o saco com suas ideias mirabolantes; o país necessita de projetos mais sérios e factíveis.

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