O poder fiscalizador da Assembleia Legislativa de MG, mais do que uma prerrogativa, é uma responsabilidade indelegável; num aspecto de enorme importância para o erário e para o patrimônio público de Minas Gerais essa não é uma realidade.
Não erra quem considerada uma irresponsabilidade ou mesmo uma cumplicidade dos nossos parlamentares essa omissão, quando a Assembleia Legislativa aprova uma proposta orçamentária que destaca uma renúncia do importe de R$ 25,2 bilhões, que apenas ao governador cabe saber e aplicar quais são os critérios de sua concessão e outorga.
Os deputados votam, sem o direito de saber como, porque, em que valor, a que compromisso se vincula a renúncia que o Estado de Minas Gerais, que não paga o que deve à União, que não concede recomposições dos vencimentos corroídos pela inflação dos últimos anos aos servidores públicos do Estado.
Desculpem: os vencimentos dele, Zema, foram corrigidos em 300%.