Comenta-se a boca pequena que a coordenação da pré-campanha de Romeu Zema à Presidência da República estaria estudando formas de reduzir suas aparições públicas e, sempre que possível, evitar a realização de reuniões onde estivessem mais de três pessoas, sempre excluída a imprensa indiscreta e maldosa, para que sejam evitados eventuais desgastes que as opiniões emitidas pelo ex-governador venham a provocar.
Observadores têm dito que, além de atingir a própria pretensão, conceitos emitidos por Zema também prejudicam a caminhada de outros candidatos, antes tidos como aliados. A ida de Zema a Santa Catarina, no último final de semana, deixou armado um grande rebuliço na política local, agradando, apenas e muito, aos adversários do governador Jorginho Mello e de Flávio Bolsonaro.
Zema teria repetido sua avaliação sobre as relações do senador Bolsonaro com o banqueiro preso Daniel Vorcaro, além de tecer comentários sobre os movimentos dos partidos catarinenses que se acham empenhados em organizar as legendas e chapas para a próxima disputa eleitoral.
“Volta Zema”, é o que mais se tem ouvido em Santa Catarina. Não se sabe, todavia, se de lá ou para lá. Arrasou.