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Péssimas influências na Secretaria da Fazenda (parte III)

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O governador Romeu Zema, que vem se apresentando como uma opção para governar o Brasil, é um gestor público medíocre, que parece não se envergonhar de um governo idiota, pífio, sem planejamento, sem grandeza e que que não deixará, junto com o de seu sucessor, nenhum legado para os mineiros.

Não há um setor de que esse governo possa se orgulhar nos últimos oito anos; nenhum. Não é que sejam apenas mentirosos, desonestos, imorais, ambos, nas suas condutas. São medíocres, incapazes, primários, miúdos como gestores públicos, de causarem vergonha aos mineiros.

Deus permita que tais decepções não se ampliem, quando o governo que os suceder aprofundar as investigações sobre o que deixaram, quando empreenderem as revisões administrativas e políticas que serão necessárias, e ainda descobrirem que, nas costas de toda essa incompetência para a gestão pública, estiveram atitudes de quadrilhas de perfil comum ao que temos visto serem destampadas em outros Estados; desejamos que não.

Aproveitando, governador Mateus Simões: demonstre ter a grandeza que já lhe sensibilizou uma vez, naquela entrevista passada, e abra as informações sobre as renúncias fiscais praticadas em Minas Gerais e que já montam R$ 130 bilhões.

Seja coerente essa vez; deixe de ser vice e seja governador de Minas, na dimensão que o cargo impõe aos que dele se ocupam. Faça esse esforço.

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