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Gestão imoral, suspeita e incapaz na FUNED (parte I)

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Infelizmente, as coisas em Minas têm que ser ditas de maneira frontal, sem reservas, buscando-se no mínimo que as autoridades públicas tenham a decência, a vergonha e a responsabilidade de mandar apurar as circunstâncias como elas ocorrem.

O que acontece na FUNED atualmente não é apenas uma investigação sobre assédios morais e sexuais que lá ocorrem à luz do dia, que agora o Conselho de Ética Pública está apurando em procedimento administrativo recém-aberto; esse problema seria resolvido com um chute na bunda de quem os pratica e a instituição ganharia com isso: com a retirada desses crápulas de dentro da Fundação.

Infelizmente, diante dos fatos que lá ocorrem diariamente, esse seria um fato menor, mínimo. O grave na FUNED, e que o governo do Estado, irresponsavelmente não investiga e corrige, é o desleixo que vem ocorrendo a com a produção de medicamentos para a qual essa Fundação foi criada, gastando fortunas que têm que ser auditadas, com contratos firmados com laboratórios privados de onde saíram dirigentes e que hoje decidem por tais contratações usando recursos públicos, trabalhando na FUNED.

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