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R$ 348 milhões é nada, né Zema? (parte II)

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A ata milagrosa, uma prática que deveria ser banida do setor público (Ata de Registro de Preços) e motivo para colocar na cadeia quem a idealizou, é da Fundação para o Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo, e já foi utilizada no Estado do Pará, onde o mesmo secretário, Rossieli, fez contratos valendo-se desse expediente para realizar compras nos valores de R$ 152 milhões, R$ 187 milhões e R$ 57 milhões da mesma editora. Há um outro contrato realizado no Amazonas, no valor de R$ 104 milhões.

Esse é o governo transparente de Zema e Mateus Simões. Um contrato feito por um secretário que ninguém sabe por que aportou em Minas, que em nada melhorou ou inovou na Educação pública e sentado na mesma Secretaria de Estado que paga a milhares de servidores, vencimentos iguais ou menores do que o salário-mínimo.

Apenas como curiosidade: esse Rossieli segue querendo privatizar a educação em Minas? Vai entregar as escolas de Minas também através de ata de preços? Ele já trabalhou na SABESP? Foi colega do Amadeo? Será que o Tribunal de Contas do Estado de MG e o Ministério Público de MG farão alguma coisa? Em se tratando da utilização de verba do FUNDEB, seria possível o interesse da Polícia Federal sobre o assunto, apenas para colaborar nos esclarecimentos?

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