Elas formam o patrimônio econômico e, também, político de Minas. Querem doar essas empresas, entregá-las a uma trupe de banqueiros ávidos pelas facilidades que elas proporcionarão aos seus grupos.
Essa postura é de um ordinarismo sem precedentes. Agora, aboletam-se Zema e Mateus em aviões do Estado, para estarem presentes aos festejos eleitoreiros, em Minas e no país, vomitando mentiras e falsas realizações.
Que situação lamentável, nosso Deus! Não há um setor da administração pública de Minas que não seja marcado pela mediocridade, pelo atraso no atendimento de demandas, pelo infortúnio e pela absoluta falta de perspectivas.
E ainda temos que tolerar essa dupla de gestores de meia tigela, mentindo sobre investimentos realizados, sobre nossa acachapante realidade econômica e orçamentária, tentando esconder a tragédia que nos circunda.
Nunca na nossa história de Minas se viu uma execução orçamentária tão funesta e degradante.
Que a nossa Assembleia Legislativa assuma sua cumplicidade com essa mediocridade que impera no Estado e que nos acompanhará, por muitos anos.