A Ferrero, por exemplo, tem sua fábrica em São Paulo e recebeu uma renúncia de R$ 112,630 milhões, que lhe foi concedida em janeiro/2024. A distribuidora de produtos esportivos Fisia, que comercializa produtos Nike, recebeu tal benefício em 10/2021, no valor de R$ 274,094 milhões.
Estão insistindo em falar sobre o benefício da Eletrozema, R$ 2,282 milhões, concedido em 06/2024, mas ele é ridículo, por exemplo, diante do que recebeu o BTG Pactual, de R$ 13,369 milhões.
Então, diante da infinidade de concessões feitas pela SEFAZ/MG, é importante priorizar tal análise para que se saiba das razões que justificaram que elas fossem realizadas e do que ganha Minas Gerais com tal concessão. Sobre o que perde, os números já são conhecidos e claros até nos centavos.
E mais: essa listagem divulgada diz dos números de 2026. E nos anos anteriores? Quanto rolou aí? Uma CPI sobre tais renúncias seria oportuna para se esclarecer muito dessas concessões. Até mesmo para afastarem suspeitas de favorecimentos que podem não se justificarem. Não é?