O contrato celebrado pelo Governo do Estado de MG com o BTG PACTUAL HEALTH INFRA, um grupo paulista tradicionalmente ligado à atividade financeira que venceu, sob projeto do governo Zema, a licitação para cuidar da zeladoria, limpeza e manutenção predial de 95 escolas do ensino básico, médio e profissionalizante do Estado, deveria ser objeto de uma rigorosa CPI.
O BTG receberá cerca de R$ 270 milhões por ano para cuidar desses serviços nas 95 escolas que terão, estimada, uma clientela próxima de 76 mil alunos. Isso faz com que a Secretaria de Estado da Educação de MG destine de seu sacrificado orçamento, o valor de R$ 296,05 por aluno/mês, para pagar ao BTG.
Esse negócio, como comparação, é muito melhor do que emprestar dinheiro ou especular com ações da COPASA, no período de sua privatização.