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Nasceram as informações sobre as renúncias fiscais da SEFAZ/mg. Demorou o nojo de Mateus (parte I)

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Um mandado de segurança impetrado pela deputada Lohanna França para que o Governo do Estado, através de sua Secretaria da Fazenda fosse obrigado a divulgar informações de interesse público, relativas às renúncias fiscais que chegaram à cifra de quase R$ 20 bilhões em 2025 (ICMS + IPVA) obteve êxito no Judiciário, finalmente.

A SEFAZ divulgou a lista dessas empresas, junto com um arrazoado sobre o que ganhou Minas Gerais com tais concessões.

Até o momento nada se sabe sobre qual foi o processo adotado para que as empresas e seus segmentos fossem tão beneficiados com esses valores milionários, como, por exemplo, setores de bebidas (R$ 2,103 bilhões – AMBEV e outras marcas), perfumaria, cosméticos e higiene (R$ 1,466 bilhão) comércio e distribuição de produtos (R$ 551 milhões só do Mercado Livre).

No ramo farmacêutico, por exemplo, renúncias que superam a casa de bilhões de reais, foram dados a empresas, muitas delas que apenas comercializam seus produtos em MG; não os industrializam em Minas, mas em outros Estados.

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