O BTG vem se posicionando junto ao governo de Minas Grais há tempos e por motivos distintos. Na educação pública, claro, um setor da administração do Estado onde estão assegurados fartos recursos, exceto para pagamento de servidores -diretores, professores, serventes- mas para remuneração de serviços, cursos, compra milionária de livros, o dinheiro sempre aparece.
Esse contrato do Estado de MG com o grupo de forte presença na Faria Lima, para cuidar da limpeza e conservação de prédios escolares por 25 anos é um bom exemplo. Será que nos próximos 25 anos esses serviços serão executados como hoje acontecem? Por que todo esse prazo de contratação? Qual seria a experiência do BTG em faxina de escolas e conservação de prédios escolares?
Quais são e como foram selecionados esses prédios escolares? Por que o BTG? Essa ideia foi gerada no período em que o ex-secretário de Educação sr. Rossieli Soares; ela tem relação ou foi motivo para exoneração de Rossieli? Se assim ocorreu, por que o contrato com o BTG segue vigente?
Quando ao BTG foi entregue a coordenação da privatização da COPASA, outras frentes de trabalho foram, a exemplo da faxina das escolas, também ajustadas? Trata-se de uma instituição de atuação universal nos serviços a que se candidata a prestar?