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O que valem a Assembleia Legislativa e o TCE-MG na estrutura do Estado?

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Após a divulgação das notas nessa tarde de segunda-feira, 27, sobre o fechamento do Hospital Amélia Lins, chegou à coluna a informação de que esse hospital público será entregue a uma faculdade de medicina privada que atua em Belo Horizonte.

E que as clínicas já estão sendo distribuídas para seus professores, interessadíssimos em atender e operar num hospital prontinho, de graça.

Que história é essa, senhores?

A coluna insiste: podemos esperar alguma posição da Assembleia Legislativa, do Ministério Público, do Tribunal de Contas de MG?

Essa história de peça quebrada é uma mentira para justificar essa entrega do Amélia Lins a uma instituição privada?

Se for, é uma grandíssima falta de caráter. Como dizem os menos crédulos: “aí tem”.

Que Deus ajude que estejamos enganados.

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