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O Pernambuco é melhor do que Minas Gerais?

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Acredite quem quiser: o Estado do Pernambuco conseguiu, ao final de 2025, negociar a entrega de sua folha de pagamentos com o Bradesco por um valor muitíssimo mais significativo do que Minas Gerais hoje busca, através de uma licitação.

Estão na folha de pagamentos daquele Estado do nordeste, 211.258 servidores, enquanto em que em Minas Gerais são 3,18 vezes mais: há em MG, 671.478 servidores. Em 2021, Minas Gerais entregou sua folha ao Banco Itaú por R$ 2,42 bilhões. Hoje, com mais servidores na sua folha, estranhamente, o Estado estabeleceu como base da licitação o valor de R$ 2.187.406.644,35 ou R$ 2,187 bilhões, para facilitar o raciocínio.

Se atualizarmos o valor negociado em 2021, teremos R$ 84,00 por servidor, o que nos leva a crer que a nossa folha seria negociada por um valor que ultrapassaria R$ 3,158 bilhões.

Então, por que oferecer tal negociação por R$ 2,187 bilhões, quase um bilhão aquém do valor que poderia ser alcançado? Onde está a lógica? A dúvida foi levantada pelo Deputado Estadual Professor Cleiton, que formalizou representação junto ao Tribunal de Contas do Estado de MG, exigindo que esta negociação seja interrompida e suas bases sejam refeitas.

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