Fechando a análise sobre a preferência do eleitorado mineiro em torno de seus mais expressivos nomes como candidatos nas próximas eleições, por incrível que possa parecer, os mesmos grupos foram unânimes em se manifestarem sobre Mateus Simões; eles disseram que o melhor, nesse momento, talvez fosse o governador rever sua ideia de se candidatar à reeleição, desistir com elegância, embora isso lhe seja difícil, e se colocar 100% dedicado à gestão do Estado, que vem acumulando problemas que agravam ainda mais a penosa situação de vários setores de sua administração, especialmente da sua segurança pública, da educação e, mais criticamente, da saúde, em todos os quadrantes do Estado.
Todos foram uníssonos na recomendação de que Mateus começasse a trabalhar em prol do Estado, para tentar salvar uma condição que, após 1º de janeiro de 2026, lhe possibilite andar nas ruas de Minas sem a necessidade de seguranças.
Ainda há tempo, na avaliação destes estudiosos, para atenuar essa situação de falência absoluta do Estado de Minas Gerais. Fica a sugestão que, aliás, já está exteriorizada nos números das pesquisas que vêm sendo divulgadas sucessivamente sobre seu governo. “O pior cego é o que não quer ver”, disseram.