O que justificou a decisão de unificação dos quatro hospitais no badalado complexo HOPE? O atual governo de Mateus Simões e o que ele sucedeu, de Romeu Zema, faliram a saúde pública em Minas Gerais.
Há um ano que fecharam o Hospital Maria Amélia Lins, o HMAL, conhecido como retaguarda do Hospital João XXIII, o maior hospital de traumas do país e um dos maiores da América Latina.
Os últimos hospitais abertos ou em via de serem colocados em operação em Minas Gerais são projetos viabilizados através dos recursos do acordo da Vale.
O Estado vai se comprometer com um investimento de mais de R$ 2,1 bilhões na unificação dos hospitais Maternidade Odete Valadares, Infantil João Paulo II, Eduardo de Menezes e Alberto Cavalcanti, para ter, no conjunto, menos leitos do que os citados hospitais têm hoje, todos já montados, há décadas instalados onde se acham.