O valor constante dos balanços das renúncias fiscais concedidas pelos governos Romeu Zema e Mateus Simões, constantes dos registros da Secretaria de Estado da Fazenda de MG são, no mínimo, enervantes, podendo ser considerados indignos para um Estado que não investe na recomposição do quadro de servidores de áreas essenciais para cumprimento de suas obrigações constitucionais, como segurança pública, saúde, educação, e em outros setores que se acham sob responsabilidade da administração estadual, como infraestrutura, por exemplo, reflexo de uma vergonhosa omissão de dois governadores que a partir de 1º de janeiro de 2027, veremos pelas costas.
Os números revelam o tamanho do prejuízo que pode produzir um Executivo despreparado, aplicado em apenas vender o patrimônio do Estado, sempre escudado pela omissão dos demais poderes do Estado e dos órgãos de fiscalização e controle. Um prejuízo de difícil reparação.