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Marqueteiros e estatísticos se veem desafiados (parte II)

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Sobre Mateus Simões, um psicólogo falou da naturalidade, simpatia e espontaneidade do atual governador e tais posturas, que bem avaliadas, tiveram considerável peso nos percentuais mostrados pelos mais diversos institutos sobre a preferência medida do eleitorado mineiro.

No plano federal, nas candidaturas à Presidência da República, os índices avaliados sobre Romeu Zema ainda não haviam refletido as últimas mensagens do ex-governador sobre o pré-candidato Flávio Bolsonaro que levaram o seu partido, o Novo, a criar caminhos distintos dos de Zema para que a legenda consiga manter relações amistosas com o PL em todo país, necessárias à afirmação de acordos regionais.

Além de Eduardo Bolsonaro, que se mostrou um pouco irritado com o Partido Novo e com seu maior nome, Romeu Zema, apenas o pré-candidato do Mobiliza, Cabo Dasciolo, foi ouvido pela imprensa nacional; cabo Dasciolo, limitou-se a dizer que não comentaria as posições que vêm sendo externadas por Romeu Zema, porque seu concorrente tem o dobro da preferência do eleitorado ouvido do que a dele, na disputa que ambos enfrentam: Zema tem 2% e ele, Dasciolo, apenas 1%.

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