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Um ato de perseguição de extrema maldade

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A investigadora da Polícia Civil de MG, Jaqueline Evangelista Rodrigues vem resistindo com a saúde que lhe resta dos constantes atos contra ela formalizados, que, no entendimento da própria servidora e de seus advogados, configuram uma absurda perseguição de seus superiores.

A investigadora Jaqueline denunciou, numa Audiência Pública realizada na Assembleia Legislativa, de maneira frontal, tudo que sofreu de seguidos atos de assédio moral e sexual nos anos em que esteve como servidora da Delegacia de Homicídios da PCMG.

E não param aí tais denúncias: perícias médicas mal realizadas, inclusive denunciadas ao Conselho Regional de Medicina, privação de acesso aos dados de tais procedimentos periciais, ocultação de informações e vários outros eventos que justificavam, em sua proteção, uma ação do Ministério Público de MG, da Assembleia Legislativa de MG e da Defensoria Pública.

Mas, infelizmente, nada ocorre em seu favor.

Que Polícia Civil podemos esperar com tais atitudes contra seus próprios servidores?

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