É inexplicável para estudiosos das técnicas de comunicação de pré-campanhas e para os estatísticos versados em pesquisas eleitorais, a situação encontrada nos números divulgados pelos institutos de pesquisa, nos últimos dias. Referem-se esses estudiosos às pretensões de Romeu Zema e de Mateus Simões, especialmente.
As discussões de um grupo com formação na formulação de estratégias eleitorais estão focadas nas razões sobre a resistência do eleitorado nacional, no caso avaliando a pré-campanha de Romeu Zema, e do eleitorado mineiro, neste caso limitados aos números de Mateus Simões, para diagnosticar tamanha resistência das duas classes de eleitores aos dois nomes.
Sobre Romeu Zema, o grupo incorporou um agricultor do norte de Minas, bananicultor, para saber se tal resistência poderia estar ligada à forma como a fruta foi tratada pelo candidato em uma de suas peças de pré-campanha. Não foi e para o bananicultor, nada havia a acrescentar ao estudo. O problema, sugerem, está no vazio de ideias.