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O que não foi feito em Juiz de Fora e Ubá?

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“Com 69 mortes confirmadas, a tragédia em Juiz de Fora e Ubá não pode ser tratada como surpresa. As áreas de risco já eram mapeadas, estudos técnicos já existiam e a engenharia e a geologia brasileiras vêm alertando há décadas sobre a necessidade de prevenção.

Enquanto bilhões em emendas parlamentares são destinados a outras finalidades, menos de 1% vai para ações de prevenção e recuperação de desastres. O resultado é a repetição de perdas que poderiam ser evitadas.”

Esse texto abre um excelente artigo do Sindicato dos Engenheiros de MG – SENGE/MG, no seu boletim de 28 de fevereiro, para falar sobre a tragédia de Juiz de Fora.

Hoje presidido por Murilo Valadares, ex-secretário municipal de Obras de Belo Horizonte e do Estado de Minas Gerais, o artigo descreve em detalhes a histórica perda de tempo e de dinheiro público em Minas.

E aproveita para censurar o desrespeito que significam as emendas parlamentares, destinadas aos deputados estaduais e federais e que, em muitos casos, deveria ser motivo para prisão sumária em muitos casos de sua destinação.

Crimes, repetidamente.

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