Ao inquirir os representantes da COPASA na audiência sobre os citados conselheiros, todos carregados de dúvidas sobre suas atitudes e currículos, dois dos quais de acusações do patrocínio de ações que o Judiciário de São Paulo, no caso de Hamilton Amadeo, e do Rio de Janeiro, no caso de Gustavo Barbosa, da autoria de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e demais procedimentos pouco recomendáveis para o exercício das funções que o Estado de MG lhes destinou e que o compliance da COPASA não enxergou.
Sobre Gustavo Barbosa, a desculpa apresentada foi de que as acusações que se vinculam ao seu nome ainda se acham em julgamento pelo Judiciário do RJ, diferentemente de Hamilton Amadeo, que optou por delação premiada para esquivar-se de condenação e eventual prisão.
Uma triste realidade que não pode seguir, segundo a avaliação de vários parlamentares, para que não se configure um prejuízo definitivo para o patrimônio público de Minas Gerais e para os mineiros, usuários dos seus serviços da COPASA, como por exemplo Belo Horizonte, que aceitou prorrogar seu vínculo com a COPASA, atual e futura, por mais 50 anos. Estamos falando do fornecimento de água aos moradores de BH.