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“Aqui não, Zema!”

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Além da dor das famílias que perderam seus bens, seus animais de estimação, seus entes, soterrados, desaparecidos, afogados, o que ficará na memória das pessoas que assistiram ao imenso desespero dos que sofriam e certamente ainda sofrerão por muito tempo as consequências dessa tragédia das chuvas na Zona da Mata mineira, é a esculhambação que o governador Zema e seus ainda serviçais receberam em Ubá, quando quase foram escorraçados, com a ajuda da manifestação de uma senhora, certamente cansada de crer em desculpas e lorotas, que perguntou a Zema onde estavam as máquinas, os caminhões pipa, os recursos necessários para amenizar ainda que fosse um pouco, o enorme sofrimento que todos estavam vivendo ali, naqueles momentos de angústia e desesperança.

O que aquela mulher quis dizer é que ninguém estava ali para conversinha mole, comum ao governador Zema que tem o hábito de sempre colocar nos outros as responsabilidades pelos erros de seu governo errante, medíocre e desprovido de projetos.

Que horror. Minas não merece isso. E esse sujeito ainda pensa em ser presidente da República.

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