O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, não veio nessa semana a BH, a passeio.
O motivo foi o de se encontrar com o vice-governador Mateus Simões para assinar sua ficha de filiação à nova legenda que Kassab e o deputado Cassio Soares comandam, dar-lhe as boas-vindas e lhe assegurar o apoio natural a sua candidatura ao governo do Estado de Minas Gerais.
Mateus Simões já sabe que, se for candidato da legenda ao governo, receberá boas verbas do fundo eleitoral para sua campanha, terá um grande tempo na TV para apresentar suas mensagens, programas e compromissos, além de grandes chapas de candidatos à Assembleia Legislativa, à Câmara e ao Senado carregando seu nome e o de seu vice por toda Minas, em 2026.
Há informações de que Kassab se cansou de tanto esperar por uma decisão do senador Rodrigo Pacheco em colocar seu nome à disposição da legenda para disputar o mando do segundo maior e mais importante Estado da federação.
O projeto eleitoral do PSD para 2026 também contempla a candidatura à reeleição de Tarcísio de Freitas para o governo de São Paulo ou à Presidência da República e nunca se admitiria o apoio que seu candidato ao Governo de Minas pudesse apoiar Lula, como candidato à Presidência.