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Nas mãos do TCE-MG

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Em representação dirigida nessa terça-feira, 07, pelo deputado Leleco Pimentel ao conselheiro Durval Ângelo, presidente do TCE-MG, o parlamentar está buscando que a Corte de Contas assuma a investigação do que ele vem chamando como sumiço dos bens que integram ou integravam o acervo patrimonial do Estado de Minas Gerais, que se achava exposto, depositado ou em serviço no Palácio das Mangabeiras que, durante décadas, funcionou como residência dos governadores do Estado de MG.

Romeu Zema preferiu viver fora do Palácio, talvez por desejar um local sem o acompanhamento de terceiros à sua vida e aos seus hábitos pessoais. O certo é que, desarticulado como residência oficial do governador o Palácio Mangabeiras, seus bens, compostos de mobiliário clássico, telas e painéis valiosíssimos de artistas de dimensão internacional, pratarias e outros ativos, segundo suspeita o deputado Leleco, sumiram ou foram entregues ao completo desleixo, o que poderia resultar na descaracterização ou em dano permanente dessas peças.

O presidente Durval Ângelo, após admitir a denúncia, designou como relator da investigação que já foi aberta, o Conselheiro Adonias Monteiro, que terá poderes para requisitar o apoio da Polícia Civil e Militar na condução das investigações.

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