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Franco processo de desmonte da Saúde Pública de MG

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Apesar de uma longa trajetória, durante anos trabalhando na rede Fhemig, alguns profissionais lotados no Hospital Júlia Kubitscheck estão pedindo exoneração. Não por questões pessoais, mas por discordarem da má gestão e da sofrível qualidade dos serviços que são obrigados a produzir.

Ambulatórios e serviços fechados e risco do término de oferta de outros serviços importantes, por necessidade de favorecer a realização de escalas de plantão.

A notória insegurança dos servidores novatos em relação ao seu futuro profissional e também dos mais antigos diante da possibilidade de fechamento de serviços importantes ainda constantes da grade de responsabilidades do hospital como a endometriose, por exemplo, faz parte do quadro desanimador em que hoje se encontra o Hospital Júlia Kubitscheck, hoje em franco desmonte, por flagrante insensibilidade do Governo do Estado e de seus órgãos encarregados do sistema de saúde pública.

A sorte, dizem médicos e demais profissionais do Júlia Kubitscheck, é que esse governo Zema/Mateus Simões está chegando ao seu final.

É necessário que sejam colecionadas as provas de tamanha irresponsabilidade e descaso para com a saúde pública e a população carente, para que muito brevemente o Ministério Público e o Tribunal de Contas consigam cobrar desses gestores levianos, as consequências de seus atos e de tão lesiva omissão. Mais uma vez, gritam: socorro MPMG e ALMG.

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