O indiciamento de empresários da mineração, de servidores públicos estaduais e federais e até mesmo de membros do crime organizado que atuam em Minas Gerais, burlando controles, fraudando licenciamentos, zombando da legislação civil, mineral e ambiental, muitas vezes valendo-se de parcerias as mais criminosas, ao que parece, encontrou um forte obstáculo na ação da Polícia Federal.
Além do indiciamento para sua remessa ao Ministério Público Federal das investigações até aqui concluídas, outros procedimentos seguirão acontecendo para encontrar os responsáveis por várias ações criminosas.
Um dos nomes mais presentes na densa operação Parcours, que ainda tem muito para render, é o do empresário Lucas Kallas, em quem a PF concentra as suas investigações, associando-o à prática de corrupção de servidores públicos e à burla de licenciamentos ambientais.
Muitas surpresas estão para ser reveladas nos próximos dias. O indiciamento é apenas uma parada dessa viagem da PF.