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Desde 1972, a estranha relação entre o nióbio de Minas Gerais e a CBMM (Parte II)

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A criação da COMIPA, sociedade onde o Estado tem 51%, mas não manda absolutamente nada foi resultado dessa proposta inovadora.

Ou seja: a SCP e a COMIPA foram o artifício que alterou a relação contratual sem nada mudar na subordinação vergonhosa do Estado às decisões da CBMM.

Trocaram o nome de royalty pago no contrato de arrendamento por participação no lucro na SCP.

Mas no fundo a subordinação do Estado de Minas Gerais continuou a mesma.

Estas informações não são desconhecidas ou sigilosas: elas estão em algumas das petições que constam dos processos 1.121.040 e 1.092.368 no Tribunal de Contas de MG para quem, além do Ministério Público de MG, do Ministério Público de Contas e dos seus conselheiros, quiser ver.

Esta é a realidade, a base da relação que está sendo agora ampliada, prorrogada por mais 30 anos pela CODEMIG e pelo Governo do Estado.

E a Assembleia Legislativa de MG, até o momento nada disse sobre isso e não impediu que esse absurdo se concretizasse.

Por quê?

O que é tão mais importante nesse momento para Minas?

Nosso Estado está sendo vendido na 25 de Março e nossos políticos não querem ver.

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