O citado escritório do advogado Dr. Samuel Marques argumentou que a nossa publicação atingira, ainda que indiretamente (?) seu cliente SUDU Tecnologia Educacional Ltda., cujo sócio é o sr. João Moacir Pereira da Silva Filho. Já respondemos ao mencionado escritório que não houve, em nenhum momento, qualquer menção a empresa sua constituinte, nem tampouco ao seu controlador, João Moacir.
Como, na verdade, o mundo de especialistas em inovações tecnológicas dedicadas à educação é pequeno, permitindo concentrações em contratos que podem chegar a R$ 1 bilhão, acabaram nos chegando, coincidentemente, publicações postadas pelo Portal Intercept Brasil, que arrolam a empresa Fazer Educação, de íntima ligação com a SUDU Tecnologia (sucessora) e com seu sócio, João Moacir Pereira da Silva Filho.
Pelas mais recentes informações e diante desses fatos, não podemos nos privar, como cidadãos, de exigir uma investigação por parte do Tribunal de Contas de MG, do Ministério Público de MG, do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, sobre essa operação, desconhecida, pelas apurações feitas pela coluna, da estrutura técnica da Secretaria de Estado da Educação de MG, o que seria essencial na construção de um planejamento que justificasse tão vultuosa compra, autorizada pelo secretário de Estado da Educação, Rossieli Soares.
É fundamental que se apure o conjunto das relações que podem estar imiscuídas na pasta da Educação, em Minas Gerais.
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