Essa coluna trouxe em 31.08 uma nota sobre o estado dos presídios mineiros, estampando uma latrina imunda para, em seguida, arguir as responsabilidades do sistema público penal sobre, insistimos, o estado das instalações dessas unidades espalhadas por todo Estado de Minas Gerais; a nota buscou também cobrar investigações sobre o pagamento de diárias a alguns servidores que estendem os tempos de deslocamentos quando conduzem detentos entre municípios, para fazerem jus ao recebimento dessa compensação que é justa e obrigatória, embora não seja justa, moral e, portanto, não obrigatória, quando servidores gastam sete horas para irem a determinados destinos, que consumiriam a metade do tempo.
A coluna errou ao dizer que a latrina pertencia ao presídio de Barbacena e não é. Falaremos, oportunamente, sobre as condições das instalações dessa unidade e de outras espalhadas pelo interior de Minas.
Mas insistiremos nas investigações sobre o pagamento de diárias indevidas, que oneram o orçamento de um sistema que já consome centenas de milhões de Reais do orçamento público, mensalmente, para o seu sustento.