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Segurança e sistema penitenciário em Minas Gerais

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O Governador Zema, com certeza transferiu a mesma indiferença e incapacidade como gestor público para seu sucessor, Mateus Simões, preocupou-se em ir a El Salvador, como dissemos, mas nunca conseguiu, em dois mandatos como governador do Estado, melhorar a segurança pública e o sistema prisional em Minas.

Denúncias sobre o aparelhamento na gestão do sistema penal, sempre ocupado e chefiado “pelos mesmos”, têm tentado sensibilizar o Ministério Público de MG e o TCE-MG para que investiguem, por exemplo, a farta produção de diárias que são pagas em razão de escoltas de presos que saem das penitenciárias onde se acham para estarem em audiências ou julgamentos nas comarcas-sede dos processos a que respondem.

Além dessa farra, pedidos de reforma ou reparação das instalações de penitenciárias nunca são atendidos, impondo aos detentos, além das penas a que são condenados, a desumana sobrevivência dentro das unidades prisionais.

Tudo isso num Estado que gasta mais de R$ 3 mil por mês por detento que mantém preso, levando para quase R$ 260 milhões as despesas mensais com um sistema que não reeduca, não recupera, não diminui, mas só aumenta a criminalidade. A foto abaixo mostra um sanitário da penitenciária de Barbacena.

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