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Vitória até no STF

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Uma denúncia de assédio sexual feita em junho de 2020 pela investigadora da Polícia Civil de MG Jaqueline Evangelista Rodrigues contra o servidor Geraldo Brum, também investigador e com quem trabalhava na Delegacia de Homicídios do Barreiro, em Belo Horizonte, somente agora, decorridos mais de seis anos após formalizada e resolvida e arquivada pela Corregedoria da PCMG.

Jaqueline foi representada pela Defensoria Pública de MG, enfrentou o que qualificou como uma intensa sucessão de atos de constrangimento pessoal, entendidos por ela e por sua defesa como atitudes de perseguição que repercutiram fortemente na sua saúde física e mental, trazendo-lhe ainda graves problemas de natureza financeira, ao que parece, nada resultarão ao servidor que motivou todo esse imbróglio.

A PCMG vive um momento em que tais agressões ou nada resultam, ou ficam apenas em procedimentos internos que a muitos sugerem proteções a seus causadores, vindas de andares superiores da PCMG. Lamentável.

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