Depois da entrevista com Romeu Zema e tudo que ele poderia revelar em 40 minutos, inclusive com seu desejo de implantar no Brasil o modelo penal e prisional de El Salvador, país que ele visitou em companhia de seu secretário de Segurança Pública, e que tem menos de 30% da população de MG e menos de 3% da população brasileira, portanto, uma grande idiotice como exemplo de qualquer coisa para o Brasil, outros nomes, na mesma programação e horário, esbanjaram insensatez, impropriedades e falta de visão para governarem um país com os desafios que tem o Brasil.
Vieram em seguida Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury, ímpares na criatividade e na loucura, perigosíssimos de circularem nas ruas, independentemente de serem candidatos; como pessoas comuns, mesmo. Flávio Bolsonaro e Lula, na faixa dos que se acham na dianteira do processo eleitoral, segundo as pesquisas que circulam, são os nomes que faltavam.
A Renan 1santos muitos recomendaram uma camisa de força para as suas próximas aparições. Já Augusto Cury, que ele mesmo colocou em dúvida as reais razões da investida de ser candidato à Presidência, suas ideias, com destaque aquela para redução do feminicídio, o do botão milagroso, gastarão muito tempo para serem esquecidas.