As empresas públicas que o Estado controla, construídas em outros tempos, funcionam à custa do trabalho de seus empregados e do respeito à própria história, uma obra que escreveram, todas, desde que foram idealizadas e ao longo de décadas.
Dão lucro, operam com bons resultados, são boas empregadoras, têm representatividade perante outras empresas dos mesmos setores no resto do país, mas esse governo errante, medíocre, irresponsável e desprovido de projetos quer vendê-las a preços de banana.
Para isso, sorrateiramente, as desguarnece de planejamento, consome seus resultados na manutenção de uma máquina pública desnorteada, e esconde a realidade em que operam. Servem tais empresas, e é facílimo disso ser visto, para dar emprego a parentes de deputados de sua base, membros dos partidos que deram sustentação às suas ambições de poder.
O resultado é a desmoralização permanente da imagem que elas construíram, especialmente a CEMIG e a COPASA, expondo-as como ineficientes, à opinião pública de Minas e do país.