Não há mês que o governo Zema não se depare com um ou mais problemas graves na condução da direção do IPSEMG.
Erros grosseiros de gestão, rombos os mais diversos, contas pagas a hospitais credenciados de forma indevida e ilegítima, gastos desnecessários usando recursos para custear comemorações e recepções sem qualquer expressão, serviços e assessorias contratados sem a devida justificativa técnica, manipulação de verbas e estabelecimento de quotas de serviços distribuídas a hospitais sem planejamento, com hospitais “amigos” recebendo muito mais do que outros da rede credenciada; favorecimento de contratados EPPGG com remuneração muito superior aos servidores efetivos, prestando o mesmo serviço, empreguismo; enfim, tudo que possa ser tomado para fazer no IPSEMG uma rigorosa assepsia está à disposição.
O que falta? Uma gestão responsável e isenta por parte do governo do Estado, uma fiscalização rigorosa do MPMG, da Assembleia Legislativa e a conclusão da auditoria do Tribunal de Contas do Estado de MG, que se arrasta há mais de ano.
Por exemplo, para relembrar ao TCE-MG, aquela auditoria de contas pagas relativas a serviços prestados por hospitais a ex-servidores do Estado. Só aí foram milhões de Reais.
O que o Tribunal de Contas de MG fez com as auditorias anunciadas? Ao que se sabe, até agora, NADA!