(Continua Marcos Pestana) “E para piorar o cenário, o voto é na pessoa, mas a conquista da cadeira é partidária, isto é, as legendas que detêm as cadeiras nas câmaras municipais, nas assembleias legislativas dos Estados e na Câmara dos Deputados.
Não entendendo o que é quociente eleitoral e o sistema de cálculo, estranhando não irem os mais votados e tendo tido contato mínimo com no máximo 10 candidatos entre os 1100 candidatos, não conseguindo comparar e votar com qualidade, o eleitor se vinga esquecendo o nome do seu escolhido e desencorajando a base do sistema representativo”.
Essa análise está confirmada na indefinição sobre em quais bandeiras e em quem votarão os eleitores, incertezas nitidamente comprovadas para as próximas eleições, embora as campanhas já estejam nas ruas, na imprensa e com muito vigor nas redes sociais”