Oficialmente, nada confirmado. Mas os ruídos cresceram dentro de toda Cidade Administrativa, e, certamente, saberemos detalhes nos próximos dias. Se a motivação tiver relação com interferência em órgão de controle, o problema deixa de ser administrativo. Passa a ser institucional.
Depois da exoneração, veio o movimento interno: articulação, pressão e resistência. E, segundo relatos, um ingrediente adicional: a ameaça de vazamento dos regimes especiais. Isso será um terremoto, que ninguém, ninguém mesmo, poderá segurar.
O sucedido não foi reajuste técnico, nem revisão de procedimento. Foi recuo sob pressão. Assim, os fatos começam a desenhar um padrão. Decisões bruscas, reação interna forte e correção imediata de rota. Quanta instabilidade, senhores.
Um ambiente de tensão, hierarquia fragilizada e bastidores em ebulição. A questão que permanece — e cresce — é direta: quem está, de fato, no comando da Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais? O atual secretário, ao que parece, não é.