Denúncias dessa coluna sobre a administração e funcionamento de presídios no interior do Estado movimentaram algumas chefias e geraram incômodos nas relações em unidades sobre as quais comentamos na semana.
Em uma delas, policiais foram destratados e ameaçados se reagissem sobre mudanças de escalas. As policiais femininas, como relatado, foram as mais assediadas moralmente.
Espera-se que na próxima semana sejam formalizados pelas chefias da Cidade Administrativa expedientes de auditoria nos pontos digitais de alguns desses presídios e sejam ouvidos os seus servidores.
Diárias pagas indevidamente, folgas e compensações injustificadas, que oneram o Estado, são as deformações mais frequentes e que têm que ser auditadas. A bola está com a SEJUSP-MG.