Não há explicações ou informações oficiais sobre o andamento (ou não) das investigações que o Tribunal de Contas de MG havia determinado, desde janeiro de 2025, nos registros administrativos do IPSEMG, anunciadas pela corte de contas para apurar denúncias sobre o uso do Instituto em projetos políticos do governo.
Agora as denúncias surgem em razão da majoração do valor do teto dos prestadores de serviços conveniados, mas não são reajustados os valores dos serviços prestados, o que torna a remuneração injusta e desinteressante para quem os oferece.
O resultado é que estão ocorrendo desligamentos de hospitais, laboratórios, clínicas e profissionais, especialmente no interior.
Outra denúncia que não é respondida convenientemente está na diferença que os mesmos serviços prestados têm valores de compensação diferentes, em razão de regiões onde são realizados. Prestadores de serviços de Uberlândia, por exemplo, são muito mais bem remunerados do que os de BH e da região das Vertentes.
Em várias regiões do Estado, os desligamentos de fornecedores preocupam os usuários, que são os servidores públicos do Estado e que mantêm o funcionamento do IPSEMG com as contribuições que lhes são descontadas de seus vencimentos.