São inadiáveis as providências nesse sentido, em nada justificável o porquê de o DEPEN não auditar esses registros de ponto; ninguém ainda explicou tamanha desídia e essa é uma grande curiosidade que se tem.
Nos últimos dias, também, denúncias sobre as escalas de pessoal no presídio de Patrocínio narraram que não há policiais penais femininas para acompanharem e fazerem revistas em mulheres, nos dias de visita social de familiares aos detentos da unidade.
O sentimento é de que o fim do atual governo tem gerado certo desestímulo nas chefias para com tais controles. Mas o sistema penal seguirá funcionando; se seguirá tão mal como atualmente ocorre e sempre denunciado, não se sabe.
Cabe ao MPMG, ao TCE-MG, ao TJMG e à ALMG movimentarem-se na direção de soluções que precisam ser tomadas, para se assegurar o interesse público e a defesa das finanças do Estado.
O governador Mateus Simões já disse que não tem agenda para cuidar de presídios nem de quem está preso; pelo que mostra seu governo, cuidar de quem está solto, também não, pela realidade de todos os setores da administração pública do Estado de MG. Triste!