Além da auditoria das contas determinada pelo TCE-MG em 2025, também nunca se explicou quem será responsabilizado pelo descontrole no pagamento de serviços prestados pela rede de conveniados a ex-servidores do Estado, há tempos desligados da relação com o poder público, mas que continuaram sendo atendidos.
Esses valores, somados, já montavam quase um R$ 1 bilhão, mas, ao que se sente, o assunto foi varrido para debaixo do tapete. Aceso mesmo, dentro do IPSEMG, está a ideia de aumentar a idade de aposentadoria dos servidores para 64 anos (mulheres) e 67 anos (homens).
Hoje essa idade está em 62/65 anos, respectivamente, inclusive revendo as idades dos policiais civis e penitenciários. Outra proposta é a de reduzir o percentual de pensão, hoje em 60% para 50%. Isso não ocorrerá com a facilidade que esperam conseguir.