Todos esses hospitais carecem, de investimentos nas suas instalações e modernização de suas precárias estruturas de atendimento, consequência do abandono a que foram relegados nos últimos tempos, mas tudo isso não consumiria, segundo médicos e arquitetos especialistas em construção de hospitais, mais de um terço desses R$ 2,1 bilhões, sem interrupção dos serviços que hoje prestam.
“Isso é ideia de algum discípulo de Cláudio Castro”, disse um médico que trabalha na saúde pública, referindo-se ao ex-governador do Rio de Janeiro, que é tido por muitos como idiota, perdulário e irresponsável com o dinheiro público.
É possível haver mais coincidências entre o perfil do ex-governador e de quem idealizou essa unificação. O médico ainda lembrou que nesse 1/3 poderia ser incluída a reforma do Hospital Júlia Kubitscheck, que hoje se arrasta para cumprir suas responsabilidades de hospital referência de atendimento público. Quanto improviso. Vergonhoso!