Sessão que aconteceu nessa tarde de quarta-feira, 27, na ALMG, para ouvir a representante da Controladoria Geral do Estado de MG sobre as investigações em marcha, relativas à suspeitíssima aquisição de livros da editora Fazer Educação (e outras coisinhas mais) pelo valor de R$ 348 milhões, sem licitação e valendo-se de adesão a ata de preços no dia 23.dezembro, no apagar das luzes de 2025 (véspera de Natal) com verba federal oriunda do FUNDEB, pouco ou nada significou.
Nas suas declarações, de importante, apenas a informação de que R$ 170 milhões já foram pagos à Editora Fazer Educação e que o contrato ainda está vigente.
Por que não ouvem o próprio ex-secretário Rossieli e o governador Romeu Zema, que disse que essa modalidade de compra permitiu uma economia de 47% em relação ao valor total dos livros adquiridos? Como ambos, Rossieli e Zema, participaram dessa operação?