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São opções pessoais de Zema? O estado é dele? (parte I)

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As concessões feitas por Romeu Zema a um grupelho de empresários que ninguém sabe quem são, foi, como deixa crer seu sigilo absoluto, uma decisão dele, como governador. Não se tem notícia de que se tivesse constituído uma comissão própria para avaliar a oportunidade de tais concessões e os benefícios que tais atos, de porte bilionário, trariam para Minas Gerais.

Ninguém sabe como esses contribuintes foram achados, se pediram, se foram trazidos e quem os trouxe. Aqui mando eu, poderia ser uma frase de Zema, para explicar a submissão imposta aos mineiros, que viram arrancados do orçamento público do Estado, R$ 125 bilhões em 7 anos.

Fodam-se todos, para usarmos uma expressão chula, mas que bem define o que está reservado àqueles que reagirem a tais concessões. Não devem ter sido apenas opções pessoais de Zema, nem tampouco lhe foram confortáveis.

Para conceder tais benefícios, primeiro, deve haver um sentimento de mentira, se houver, de consciência pesada, de ter realizado um governo de merda, que algum dia poderão ter Romeu Zema, o vice Mateus Simões e ainda o bando que eles subordinam, sem reação alguma.

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