O governo de Minas e seus encarregados da gestão dos serviços públicos de saúde, nesses agentes incluindo a Secretaria de Estado da Saúde e a FHEMIG, ao que parece, têm sido felizes na tarefa de prejudicar, sempre que buscado, o acesso daqueles que demandam atendimento nos hospitais da rede pública estadual.
Foi adquirido e colocado à disposição dessa dificuldade o Sistema TASY, que substituiu o sistema SIG. Médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem passam quase todo o tempo de suas escalas tentando alimentar o sistema, programar a administração de medicamentos e registrar informações nos prontuários médicos, conforme denunciado especialmente como vem ocorrendo no Hospital Júlia Kubitscheck.
Para essa mudança, foram gastos apenas R$ 20 milhões. O Sind-Saúde oficiou à Controladoria Geral do Estado e ao Tribunal de Contas do Estado de MG para se encontrar uma solução. Por que a PRODEMGE, que é a empresa pública responsável pelas soluções de TI em Minas, não foi convidada pelo para falar sobre o assunto? Não foram seus técnicos que analisaram a aquisição do TASY? O SIG não funcionava adequadamente? Valeu gastar R$ 20 milhões.