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Saem cargos comissionados, entra a MGS

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Sugere que seja uma manobra para fugir da LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal, mas merece ser explicada a substituição deliberada de cargos comissionados (DAI) por contratos via MGS (Minas Gerais Administração e Serviços S/A), onde a LRF não incide, coincidentemente elevando salários de assessores da diretoria, no caso, na FAPEMIG.

Trata-se do “Estado Eficiente”, mas não se sabe para quem, exatamente. Na FAPEMIG essas alterações foram feitas e os valores são economicamente pouco representativos, embora tenham ocorrido, desnecessariamente. Mas, e em outras empresas ou órgãos da administração pública estadual?

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