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Pesquisas acendem as atenções em Minas e estimulam futuras disputas (Parte I)

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Vários institutos de pesquisa divulgaram resultados de suas enquetes realizadas nos últimos dias, no Brasil e em Minas Gerais.

Nos candidatos avaliados em Minas, a nota tônica foi a constatação que seus perfis refletem, todos, de baixíssima experiência administrativa para um Estado que há anos sofre com o improviso de uma gestão que tem afirmado com afinco a sua mediocridade e de seus governantes.

O governador Romeu Zema e seu vice Mateus Simões insistem em dizer que o corolário de seu trabalho foi ajustar a realização, nas datas devidas, do pagamento das folhas de servidores.

Isso é absolutamente verdadeiro, mas para tal o Estado foi mergulhado num endividamento que praticamente dobrou o estoque negativo da dívida com a União.

Em relação aos servidores públicos, em todas as categorias de servidores, o Estado não realizou a recomposição salarial destinada a reparar os desgastes da inflação por anos, nesses valores de vencimentos.

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Moral

Bom dia! Pagar salário em dia é obrigação de qualquer gestor, mas cumprir com as obrigações inerentes ao cargo também é. O (o) caso da educação em MG é um exemplo da falta de compromisso. Inúmeros estados e municípios vão pagar o rateio do FUNDEB com valores bastante expressivos. O governo (sic) mineiro, por outro lado, sequer se manifestou a respeito da verba que é preferencialmente para pagamento dos educadores. Já se fala que os recursos estão sendo investidos em projetos eleitoreiros, como aquela (suposta) aula de Inteligência Artificial (em parceria com uma gigante multinacional) foi bancada com recursos do “fundo” e o pior, terminou de forma trágica no Mineirão. Prosperidade (de quem)???

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