O senador Rodrigo Pacheco tem dito que a escolha do nome para disputar o governo de Minas não se exaure na filiação de Mateus Simões ao partido e que ela virá como uma decisão nacional de legenda.
Quem ouviu as falas de Kassab, na verdade, viu que o assunto está definido.
Mateus ganhará, como dissemos, recursos, tempo de tv, centenas de candidatos ao legislativo estadual e federal carregando seu nome, tudo de presente.
Como nas conversas com partidos eleitorais a unanimidade nunca se dá, uma pergunta está armada e vai ser apresentada: como ficará a situação de Marcelo Aro, distribuindo afagos a outros candidatos, não necessariamente do PSD em todo Estado, além de deputados estaduais e federais e prefeitos?
Se Rodrigo Pacheco não for, como parece já não ser, o candidato ao Palácio Tiradentes pelo PSD, onde estará o grande palanque de que Lula precisará para falar aos mineiros, nas próximas eleições?
Finalizando, o nome de Rodrigo Pacheco, como se sabe, seria bem-vindo como ministro do STF (quase que já um partido), possivelmente no lugar de Luiz Roberto Barroso, que poderia se aposentar e ser acomodado, por exemplo, na embaixada da França, onde ficaria muito confortável e não faria feio às boas relações franco-brasileiras.
Tudo é possível.