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Na sala de espera do Orizonti (parte II)

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Dona Mônica, que disse ter trabalhado no MG Transplantes, perguntou já afirmando ao Dr. Charles que “o MG Transplantes havia zerado naquela época a fila de espera do transplante de córneas, além de mais do que duplicar os transplantes de outros órgãos, naquela época”.

E enriqueceu suas informações, aliviando a angústia da espera dos demais pelo atendimento, com fatos: segundo ela, num determinado evento em que se discutiam questões do MG Transplantes, desceu no Hotel Tauá um helicóptero do governo do Estado.

Tratava-se de uma solicitação urgente feita pelo Dr. Charles ao governador Anastasia, que declinara de uma viagem para disponibilizar a aeronave e assim poder buscar um órgão num hospital do interior de Minas para ser implantado num paciente que o aguardava. “Dr. Charles despediu-se de todos, entrou na aeronave, onde já estavam outras pessoas e umas caixinhas e seguiu”.

A mesma Mônica afirmou que era comum saberem que Dr. Charles ligava diretamente para o também governador Aécio Neves e pedir o apoio de aviões e helicópteros para salvar pessoas. Pergunta-se: como estão as filas de transplantes em Minas Gerais, hoje? O que fizeram do MG Transplantes? E sobre o Hospital João XXIII?

Sobre o Amélia Lins nem precisa perguntar. Há quase um ano está fechado, para ser entregue, reformado, com todos os seus equipamentos, à iniciativa privada. Fácil assim, não? Cabe a pergunta, sempre: o que fizeram com a saúde pública, em Minas Gerais? Respondam, Zema e Mateus, mas com dados honestos e informações confiáveis.

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